Venda de discos de vinil cresce 745% na Amazon, mas não é a salvação da música pandora à venda

Venda de discos de vinil cresce 745% na Amazon, mas não é a salvação da música

Vinil

Esse argumento vai ao encontro daqueles que defendem que ainda há muitos interessados em mídia física: as vendas de discos de vinil (pergunte para seu pai, melhor dizendo, para seu avô) cresceram 745% desde 2008 e são atualmente a mídia de música mais vendida na Amazon.

O vinil também é popular no AutoRip, que permite baixar cópias em MP3 do que é comprado em discos de vinil ou CDs.

Agora a má(?) notícia: a venda de vinis representa apenas 2% do mercado de música. Apesar do crescimento em 2012 ter atingido 29%, são 29% de muito pouco.

Uma das razões apontadas para o aumento da fatia de mercado dessa mídia é exatamente o declínio nas vendas de outros formatos. Os downloads andam devagar e o CD é quase uma peça de museu.

A indústria da música aponta que o crescimento dos sites de assinatura, como Rdio e Spotify, além das rádios web como Pandora, são os responsáveis pelo declínio.

Faltou só encaixar os downloads ilegais como vilões, mas parece que isso já não cola tanto em uma época em que é bem mais fácil pagar uma assinatura barata e ouvir o que quiser em qualquer dispositivo, em qualquer lugar.

Voltando à Amazon, ela ainda não entrou no mercado de assinaturas, o que explica mais ainda o aumento de margem do vinil. Sem contar o nicho que jura de pés juntos que discos de vinil tem qualidade superior e não abrem mão.

Fonte: The Verge

Relacionados: Amazon, musica, Pirataria, vinil

Autor: j. noronha

Blogueiro em tempo integral e gênio nas horas vagas.

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  • Mateus Azevedo

    Ainda tenho vários em casa (na verdade, são do meu pai). Só me falta um lugar para escutá-los =/

  • Pedro

    Só uma correção, como o certo seria “ao encontro”. ”De encontro” é usado quando algo vai contra alguma coisa, ”ao encontro”é usado quando uma coisa é a favor da outra, o que acho que é o caso.

    • j. noronha

      Tem razão, corrigido.

  • Tiago Botino

    Pior que é verdade, em pleno século XXI tem gente que acha que o vinyl tem qualidade superior ao cd. Qualidade é uma coisa, gostar de som analógico é outra.

    • Gabriel Rezende

      Ai depende do que você define de qualidade, CD tem 16 bits 44.1khz. Vinil tem bem mais do que isso em amostragem. Basta fazer um teste “ripando” um vinil, dá pra escutar muito mais os instrumentos. Ou baixar alguma discografia rip de vinil em FLAC ou WAV.

      Claro, nada que um DVD-audio não resolva, mas como eles praticamente não existem…

      • Tiago Botino

        Eu defino qualidade técnica. E na questão de amostragem é óbvio que o vinyl ganha, trata-se de um som analógico, e é exatamente por isso que os fieis insistem em dizer que o vinyl tem qualidade superior. Pura balela.

        • Gabriel Rezende

          É, qualidade é complicado definir. Quando se fala qualidade se inclui muita coisa. Acho errado dizer que um tem mais qualidade do que o outro por essa confusão.

          Se o CD não tem ruído posso dizer que tem mais qualidade que o vinil.

          Se o vinil tem uma amostragem boa principalmente em frequencias baixas e faz você sentir mais o bass no corpo ele tem mais qualidade que o CD.

          Tudo depende do referencial.

          Eu ainda prefiro um FLAC 24 bits, 192khz, haha.

          Mas não adianta também ter tudo isso e um fone ou monitor ruim pra ouvir. De nada serve! haha

          • Tiago Botino

            Então, por isso eu digo qualidade técnica. Vale lembrar que este “tcham” a mais que alguns dizem ouvir na frequência baixa de alguns vinyl não é pela questão de qualidade e sim pelos artefatos que a própria mídia orgânica/analógica produz.
            E sim, não adianta nada discutir qualidade tendo como referência um fone de ouvido intra auricular, é o que eu mais vejo por aí, chega a dar raiva! haha

    • Xultz

      Ouvir um disco de vinil é uma experiência. Um mp3 você grava num iPod, e vai ouvir andando na rua, ou na academia, dirigindo, ou fazendo qualquer outra coisa. Um vinil você coloca no toca-discos, senta no sofá e curte a música toma um bera junto.
      Dá prá fazer isso com um mp3 ou CD? Dá sim, mas por algum motivo o fato de poder ouvir em qualquer lugar passa a sensação de menor valor. A mesma música num vinil fica aquela sensação de “oohh”. Não é nada técnico, é puramente psicológico mesmo.

  • Matheus Gonçalves

    Tem uma loja de música aqui perto de casa (sim, loja de música), que vende CDs, DVDs e Vinis. Muitos Vinis. Novos, usados, mas sempre, invariavelmente, com preço superior à mesma obra em outros formatos. Eu não tenho mais um toca-discos em casa, pretendo comprar, mas ainda não tenho. Os discos que eu tenho, comprei por coleção, e ouço de vez em quando na casa de amigos. Agora, sendo sincero, não acho que nem se o valor abaixasse, ajudaria a indústria a retomar o furor que ela tinha há algumas décadas, pois hoje o mercado de música é digital. Quase todos os últimos 10 álbuns que eu comprei, foram em formato digital, que coloco no player, no pendrive do carro, no HD, na lista compartilhada e zaz… Então não sei até que ponto será viável manter essa indústria.

    BTW, ótima referência a Alta Fidelidade e Rob Gordon.

    • j. noronha

      Quando eu vi a palavra vinil já me veio a imagem na cabeça, hehehe…

      • Helbert Pina

        Já eu pensei em “Durval Discos”, hehehehe

        • Matheus Gonçalves
          pandora charms à vendre"dsq-comment-message">

          Ótimo filme! Taí um filme brasileiro que pouca gente conhece e que é surpreendente. Plot twists que te levam da gargalhada a engolir seco.

    • Rodrigo Santiago

      É isso. O vinil hoje é algo de nicho. O mercado de mídia em vinil nunca vai chegar ao que foi nos anos 80, quando era a mídia principal. Mas arrisco dizer que o CD desaparecerá e o vinil continuará. Lembro-me do início dos anos 2000 quando eu conseguia comprar discos de vinil, de boas bandas, em sebos, a preços baixíssimos se comparados a hoje, e quase não havia bandas que lançavam seus álbuns em vinil. Claro que isso não serve como dado estatístico e é só uma percepção. Mas notícias como essas ajudam a corroborar essas minha percepção.

  • Marcio Oliveira

    Penso que Vinil, CD ou qualquer outra mídia de audio é algo ligado tanto à questões de mercado quanto à alguma preferência. A produção do “bolaçhão” voltou, vários artistas estão lançando novas músicas também em versões Vinil. É claro que há uma tal nostalgia nisso tudo, mas realmente pegar um Vinil, ligar a vitrola e botar pra tocar,atualmente, é um ritual que poucos fazem. Eu mesmo, comprei uma vitrola portatil Philips antiga e mandei restaurar. Há alguns meses atrás encontrei outra jogada na casa de uma família antiga aqui da cidade, pedi pra mim e mandei restaurar. Pesquisando descobri que ela é de certa maneira rara e no ebay cheguei a encontrá-la por $1.800,00. Enfim, tem gente que realmente gosta.

  • Bruno Rocha

    “Sem contar o nicho que jura de pés juntos que discos de vinil tem qualidade superior e não abrem mão.”

    Mas tem mesmo, é melhor que .mp3 e .mav

  • Gilson Lorenti Fotografia

    Bem, aqui vai a opinião de um colecionador. Assim como as fotos impressas em papel estão voltando com força, um dia as pessoas voltariam a consumir a mídia física. É muito fácil baixar o mp3 em seu computador, mas é mais fácil ainda perder tudo. O CD não é eterno, mas dura mais que um HD ou qualquer treco tecnológico. Os primeiros CDs que comprei em 1997 ainda estão aqui na estante e funcionando perfeitamente. Arrisco a dizer que a mídia física sempre vai existir, mas vai estar destinada para alguns poucos que apreciam a qualidade e experiência de realmente ouvir a música. Chamar os amigos, sentar no sofá e ouvir boas caixas de som vibrarem com um CD ou SACD bem gravado. Isso não tem preço e sempre vai haver público. Pena que a maioria dos consumidores de MP3 nunca vão ter esse prazer.

  • Leandro

    Hipsters. Hipsters everywhere!

    • r0t3ch

      Então sou hipster antes de existir a palavra hipster..

      • Leandro

        Se parou de comprar não é mais.
        Se ainda compra foi categorizado como um =D
        deal with it! haha

        • Sander Manzoli

          Eu nunca parei de comprar CDs… e compro um ou outro Vinil, pra brincar mesmo. CD pra mim é o melhor backup possível para o meu MP3. Compro, escuto no carro 1 semana, ripo da maneira que acho melhor (audiograbber com lame, e depois uso o MP3 Gain para baixar os dbs um pouco e eliminar a distorção dos graves inerentes ao MP3, adiciono capa, letras e guardo), e passo a ouvir apenas no iPOD meus MP3. Mas meus CDs estão lá, backup perfeito, com encarte que eu curto muito olhar. E posso vender o CD pra alguém depois… o MP3 comprado é de qualidade pior, custa a mesma coisa, e não posso revender depois… pra mim simplesmente não faz sentido, desde que eu tenha onde guardar os CDs.

  • Lucho

    Quem diria, o CD vai entrar em extinção antes que o LP.

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DOS MIL AÑOS ESTÉRILES


El conflicto judeo-israelí es una mecha que encendieron los ingleses en 1917 y estalló en mayo de 1948 cuando proclamaron el Estado de Israel para encubrir la desastrosa descolonización de Palestina.

La Declaración Balfour por la que la Gran Bretaña reconocía en las postrimerías de la Gran Guerra el derecho de los sionistas a establecer un Estado judío en Palestina para congraciarse con las comunidades judías de Europa, iba a empezar a pagarse muy cara después de tres décadas de esfuerzos para echar a los británicos de Tierra Santa y empujar luego hacia el mar a los musulmanes que vivían en el territorio desde tiempo inmemorial.

Entre yihads e intifadas los dos pueblos semitas han trenzado una red de agravios, rencores, venganzas, odio y deudas de sangre, que cada vez los aleja más del comportamiento humano. Sobrecoge acercarse al abismo de crueldad en que se han precipitado, y desazona e inquieta que esa lucha de hermanos se desencadene en torno del mismo Dios --el Único, el Misericordioso--, ante la mirada indiferente de los cristianos, también hermanos y tributarios de la Biblia.

Claro que Dios es solo una coartada. Tal vez la más repugnante de la pugna entre los hombres.

Esas tierras humanamente absurdas, entreveradas de desiertos estériles, tristes pedregales abismales, y culpas irredentas como sus amargas aguas interiores, constituyen la irónica Tierra Prometida para dos pueblos que han perdido la razón a fuerza de perder razones. Uno y otro han utilizado las minorías fanáticas para sus propósitos más inconfesables. Pero mientras los judíos han aportado al mundo la vanguardia del saber y la ciencia, junto a sus pintorescos ultraortodoxos negadores de la maleabilidad de la vida que renueva nuestras células cada mil días, contradiciendo al perspicaz Heráclito, con el propósito de momificar el fluir gozoso del río para hacer eterno lo mudable, parece que el lastre del Islam ha sido siempre la tensión hacia el inmovilismo, la cerrazón mental y la persecución del pensamiento hasta su aniquilación, si se exceptúan algunos periodos como el de los Omeyas, sabios libadores de culturas preislámicas.

Tal vez sea eso lo que ha impedido a estos ponerse al paso de los tiempos. La Hégira que acaba de completar hace solo unos días sus 1424 años (como la era mosáica los 5768 y la cristiana 2008) parece revelar la distancia que media entre unos y otros tiempos.

En el 1424 de la Era Cristiana, que es la edad que acaba de cumplir la Hégira, año arriba año abajo, una campesina francesa llamada Juana de Arco levantó con una pequeña tropa el asedio inglés del campamento de Carlos VII en Orleans y lo hizo ungir rey de Francia en Reims; Aragón y Navarra luchaban contra Álvaro de Luna; Alfonso V sometía a los rebeldes sardos y era proclamado Virrey de Nápoles; el emperador bizantino Manuel II Paleólogo abdicaba en su hijo Juan despechado por las vacilaciones de los europeos para ayudarle contra la presión de los “osmánidas”, y los “hussitas” contra los que el Papa Martín V había predicado una Cruzada porque propugnaban la pobreza evangélica de los eclesiásticos, derrotaban a los ejércitos imperiales alemanes mandados por Juan Ziska.

Si observamos desapasionadamente, podemos identificar en el siglo XV europeo idénticas banderías, la misma “clerigocracia”, parecidas intromisiones de la religión en el ámbito de la política, e igual inclinación al anatema aunque las “fatwas” pontificias recibieran otros nombres como el piadoso de Cruzada, sin redimirse de un precio oneroso de sufrimiento y de sangre. Vean y juzguen lo que todavía le queda por andar al Islam a estas alturas. Si bien no quede mucho margen para la esperanza porque tiene siempre vuelta la faz hacia el pasado. Basta con repasar la propia Historia.

Tarik pasó el estrecho en 711 con poco más de un millar de hombres; un año después Musa ibn Nusayr cruzó con cosa de diez mil sin hallar resistencia en la declinante sociedad gótica. Los musulmanes gobernaron sin arrogancia y con prudencia de modo que la sociedad receptora y la advenida aprendieron a convivir como vecinos. Pero esa mutua tolerancia y el enriquecimiento de sus correligionarios al otro lado del mar parecieron sospechosos a los integristas fanatizados del Sahara, que apodándose significativamente”Los consagrados a Alláh” (“Almorávides”) lanzaron una nueva oleada a las órdenes del faquí Abdalláh ben Yassim bajo la autoridad del sultán Yusuf ben Taxfin.

Apenas setenta años después, ya en el siglo XII, las tribus más fanáticas, incultas y salvajes del Atlas ventearon algún tufo de tolerancia, molicie e impiedad en los pioneros y “Los unitarios” (“Almohades”) acudieron para restituirles al redil con Mohamed ben Tumart, hasta que el 16 de julio de 1212 fueron derrotados por los cristianos en las Navas de Tolosa.

Pero años después, la dulzura de Al Ándalus, el refinamiento y la cultura arábigo-cristiana andalusí había abierto camino al entendimiento, lo que movió a los “Benimerines” a invadir nuevamente la Península entrado el siglo XIII para castigar el “revisionismo desviacionista” de los moros de España y poner las cosas en su sitio, esto es de espaldas al futuro. Tuvo que acudir en su auxilio el rey cristiano Jaime I de Aragón, quien los venció en las campañas de Levante de 1224 y 1238 para preservar al propio islamismo ilustrado de los integristas “yihadistas” montaraces.

El miedo a la intemperie de los hijos del desierto, revestido de vocación de inmanencia, frustró muy probablemente un asentamiento mas fructífero en España.

Con todo, lo peor es que la mayoría de los mahometanos siguen alimentando sus temores y negándose a la inteligencia. Tampoco hacen alarde de la sutileza que les caracteriza, cuando menos en las fabulaciones y los libros. Pero lo grave para ellos es que siguen combatiendo con piedras a los tanques despiadados del ejército más moderno de la Tierra. Y lo malo para todos es que ni judíos ni musulmanes han aprendido nada en tantos años.

Darío Vidal

10/01/2009

 



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Pandora Hearts

 par Ormazd94 le Sam 30 Oct - 14:42

Auteur : Jun Mochisuki

Genre : Pour ceux qui aiment les mangas avec une belle histoire mais avec des combats pas trop longs.